A gestão do atual prefeito de Estreito, sempre foi conhecida como o “governo da reconstrução”, diversas obras ao longo dos seus 02 mandatos saíram do papel graças as parcerias estaduais (Deputados) e empréstimos de altos valores adquiridos em diferentes instituições financeiras,(Caixa Econômica federal e Banco do Brasil). A gestão teve a preocupação e o foco voltado exclusivamente para obras de cimento, e deixou a margem o maior patrimônio de uma região que é seu povo. O prefeito Cicin, esqueceu de trabalhar o lado humano e social da população de Estreito. Esse foi o seu maior erro!
Hoje a população de Estreito sofre com a falta de investimento no SOCIAL, políticas públicas direcionadas aos menos favorecidos, geração de emprego e renda. As pessoas que no passado acreditaram e apostaram no seu belo discurso, lembram hoje com riqueza detalhes das suas narrativas de tom firme e forte na promessa de ajudar os menos favorecidos, de transformar Estreito numa referencia de desenvolvimento econômico e social da região.
A classe empresarial favorecida foi mínima, apenas os que compõem o grupo, nada foi feito a respeito de gerar renda a longo prazo aos jovens. A educação que tanto foi falada nas promessas de governo, ficou pra trás. Acordos desfeitos, benefícios tirados, bocas caladas pelo medo, terror implantado na “batida na mesa”.
Assim, o que antes foi visto, contemplado e aprovado pelo povo como sendo “o salvador”, revelou seu lado mais obscuro e cruel no segundo mandato. A cria (prefeito) vira contra o criador (povo). A gestão do governo Cícin, ficou e está sendo marcada a ferro e fogo pelo autoritarismo, perseguição política e falta de dialogo, servidores de diversas áreas do município, queixam-se da forma que são tratadas diretamente, e ou, indiretamente por ele.
Como se não bastasse, em meio a todo esse alvoroço de descontentamento, o atual gestor tenta levantar uma “pesada bandeira” que diz: “Se deu certo com Cicin, dará certo com Dr. Cassio”.
Como assim dará certo? Dará certa a continuidade de um governo pautado em implantar o terror naqueles que não comungam de suas ideias? Dará certo pra quem mesmo? Para os poucos privilegiados que tem como papel aplaudir os atos do “pequeno ditador”?
O que o pré-candidato do grupo, o dentista Cássio Batista vem pregando, em suas andanças, é que está dialogando com o povo, ouvindo suas necessidades. Dialogando com diversos seguimentos da sociedade pra elaborar um plano de governo participativo.
Isso não parece um tanto controvertido? Será que o Dr. Cássio passou todos esses anos no governo hibernando? Dá pra concluir que, ou ele tem amnésia ou então acredita piamente que o povo é burro.
Após uma analise do passado e presente, levantamos alguns questionamentos:
- Por que só agora a preocupação em ouvir a população?
- Por que só agora se fala em fazer um governo participativo?
- Por que só agora as pessoas mais “humildes e simples” passaram a ter valor?
Eis o grande mistério...tirem suas próprias conclusões...